Rádio Os Garotos de Liverpool

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Com cobertura do blog, Paul McCartney encerra a Out There

Foto: Marcos Hermes/ AG Lens/ Divulgação
Nesta quarta-feira (26/11) Paul McCartney se apresentou pela segunda vez no Allianz Parque,  encerrando a turnê Out There de 2014.

Paul chegou ao estádio por volta das 18h (por conta do trânsito e da chuva), tendo muitos mais fãs e pessoas assediando o seu carro na chegada,  tornando difícil até ver ele com a janela aberta. Você pode ver um vídeo aqui.
 
Foto: Marcos Hermes/ AG Lens/ Divulgação
A chuva domina os shows do Paul McCartney, de 7 shows que já fui, 4 tiveram uma forte chuva (com direito a alagamento e etc), ontem mesmo brinquei que do jeito que está difícil em São Paulo, podia ser anunciado um show na Cantareira, e nossos problemas seriam resolvidos.

Esses shows foram os primeiros no estádio palmeirense desde a sua reforma, praticamente começado do zero, as arquibancadas ficaram mais altas e inclinadas do que o antigo Palestra Itália, e dá o ar de uma casa de shows. Já o som era ecoado em alguns setores, como as cadeiras superiores,em alguns momentos esse  eco que dava na arquibancada era possível ouvir da pista premium, mas  nada que atrapalhasse o evento.

Já  sobre o transporte, com o show sendo finalizado às 00h30, muitos  fãs tiveram que esperar por quase 5h para poder ir embora, no horário que era aberto a estação do metrô, durante eventos de grande porte  poderia ser feito  uma parceria com governo e prefeitura para ter ao menos trens e metrôs
 
Foto: Marcos Hermes/ AG Lens/ Divulgação
Assim como no primeiro dia, o show atrasou 45 minutos,  começando às  21h45. Nesta noite a música escolhida para abrir o show foi Magical Mystery Tour, que é tradicionalmente tocada quando tem dois shows numa cidade.
Cumprimentando o público com "Oi Sampa, boa noite paulistas. Esta noite vou falar um pouco de português, mas meu inglês é melhor" disse Paul McCartney após encerrar a primeira música.

Após ela, Paul deu continuação ao show tocando Save Us, provavelmente a música mais rock do disco NEW, com uma guitarra envolvente, ela caiu super bem no ao vivo, e no gosto de todos que foram aos shows da Out There.

Para divulgar o álbum Venus and Mars, que está sendo relançado neste ano, a quarta faixa do show foi Listen To What The Man Said, ainda tocada no baixo, essa música foi tocada pela primeira vez (desde 1976) em BH.
Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool
Tendo uma banda toda multi-instrumentista, Paul McCartney toca baixo, violão, guitarra e ukulele durante o show, alternando diversas vezes entre eles. A primeira vez dessa alternância começou com a arrebatadora Let Me Roll It, lançada no disco Band On The Run, ele domina a guitarra e ainda toca emenda ela com  o solo de Foxy Lady, do Jimi Hendrix, e após ser ovacionado, ele dedica para o Jimi. Dando sequencia, ele toca Paperback Writer, música lançada pelos Beatles em 1966, ele toca ela com a guitarra que foi usada na gravação.

Deixando de lado os instrumentos de corda, e indo para o piano, Paul McCartney manda mais uma sequencia arrebatadora, com My Valentine (dizendo "essa música é para minha esposa Nancy"), 1985 (a mais agitada dessa sequencia no piano), The Long and Winding Road e Maybe I'm Amazed (talvez a música mais clássica da carreira solo de Paul, antes de começar a tocar ele diz "essa é para a Linda"), a música exige  muito do vocal do Paul, mas ele nem liga para isso, e continua cantando ela no mesmo tom da época do lançamento, há 44 anos.

Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool
Mudando de instrumento mais uma vez, Paul McCartney começa agora uma sequencia no violão com I've Just Seen A Face, We Can Work It Out, Another Day, And I love Her e para muitos a surpresa do show, quando ele vai para frente do palco e começa a tocar Blackbird enquanto uma plataforma subia, usando ela em apenas duas músicas, a plataforma colocada para o público do fundo ver ele melhor, começa a descer enquanto ele toca Here Today, dedicada para "seu amigo John".

Desta vez sem homenagens, Paul McCartney mudou agora para o "Magic Piano" e anunciou New, dizendo "essa música é do novo CD" e com público entoando o coro, ele tocou ela e Queenie Eye, onde nos pontos mais altos da música, ele também deixa para o público cantar junto. Um pouco mais pra frente, teve outra música que o público cantou junto, mas agora All Together Now foi dedicada para a "molecada".

Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool
Ao pegar o ukulele, o público já sabia qual era a próxima música, dedicada para George e feita por George, Paul começa a tocar Something, música lançado no último disco gravado pelos Beatles, ela é único single da banda composto que não é Lennon/McCartney, e com imagens do George Harrison passando no telão, emocionou o público.
Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool
Paul McCartney agitou mais uma vez o público com Obladi Oblada, e o público deixou o palco lindo com luzes de câmeras e  celulares em algumas músicas como Let It Be e Hey Jude.

Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool

Antes de Hey Jude, ainda teve o maior momento do show: Live and Let Die e sua pirotecnia, aqueceram todos que estavam  na pista premium, de ponta a ponta, e ainda deu um susto em quem não sabia que teria a explosão de fogos e estava vendo o Sir. pela primeira vez.



Já entrando bis, esta noite foi incluída a música Get Back, ainda teve I Saw Her Standing There (música que abre o primeiro disco dos Beatles), teve seu "momento solo" quando tocou a clássica Yesterday (música mais regravada da história), teve Helter Skelter (sendo a música mais rockeira do show, ela nem é exibida no telão, que passa apenas imagens confusas, mostrando a música abstratamente) e o espetáculo se encerrou com o medley do álbum Abbey Road, com Paul tocando piano passando para a guitarra, a banda toda alternando entre solos, e o show encerrando com The End e o Paul dizendo "Até a próxima".
Foto: Elio Sant'Anna/Os Garotos de Liverpool
Com apenas duas mudanças no setlist, ele é em si uma reprise do primeiro dia , tanto nas músicas tocadas (dedicando Foxy Lady  para Jimi Hendrix, avisando que a guitarra de Paperback Writer é a da gravação,  e dedicando músicas para Nancy, Linda, George e John) quanto nas falas (como dizer que o show "está bombando" - no mesmo momento que um dia antes  -  dedicar All Together Now para a  "molecada" e dizer "É nóis" diversas vezes no show).

O setlist é feito de uma maneira que se a pessoa está indo ao show pela primeira vez, ela assista as músicas que queria ou que conhece, e apesar de não haver muitas alterações do primeiro para o segundo dia, todos os efeitos do telão e as pirotecnias já é um show a parte e vale o preço do ingresso.

O setlist foi esse: 


Este foi o último show da Out There me 2014, leia resenha sobre o show do dia 25 aqui.

Esta matéria será atualizada!!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Em dia de chuva, Paul McCartney fez primeiro show do Allianz Arena

Foto: Elio Sant'Anna/ Os Garotos de Liverpool
Nesta Terça-feira (25/11) Paul McCartney fez seu primeiro show em São Paulo pela Out There, o show que é o primeiro dele em São Paulo após quatro anos teve cerca 45 mil fãs presentes no estádio.

(Foto: Marcelo Brandt / G1)
Durante a fila o povo sofria com o sol escaldante que obrigava o pessoal a usar o guarda-chuva para se proteger, porém, por volta das 17h30 o sol escaldante deu lugar uma tempestade e uma chuva muito forte, fazendo com que ainda fora do estádio os fãs trocassem seus guarda-chuva (que não pode entrar no estádio) pelas capas de chuva (sendo até mais que uma, pois apenas uma não aguentaria).

Foto: Marcos Hermes
Paul McCartney saiu do Hyatt em direção ao estádio por volta das 16h, e quando era cerca de 17h, ele já estava entrando no estádio, pela Turiaçu. De todos os shows que fui, esse foi o único que vi ele chegando de tão pertinho, passando exatamente do meu lado, com a janela aberta, saudando os fãs.

O show estava previsto para iniciar às 21h, mas a forte chuva estragou o telão direito do show, e demorou 50 minutos para ser arrumado. Neste show ele manteve seu setlist tradicional, iniciando o show com Eight Days A Week (música tocada pela primeira vez em BH, 2013).
"Oi Sampa, boa noite. Esta noite vou falar um pouco de português, mas meu inglês é maior" disse Paul McCartney após encerrar a primeira música.
 
Foto: Elio Sant'Anna / Os Garotos de Liverpool
Seguindo  o show, foi tocada Save Us, faixa que abre o recém-lançado disco NEW e lembra muitos os anos 70 do Paul, sendo uma música que caberia em um dos discos da sua banda formada após o fim dos Beatles, os Wings. 

Após Save Us, ele perguntou se o público estava pronto para a festa, e seguiu tocando All My Loving, a música romântica feita para Jane Asher, presente no segundo disco da banda. Durante essa música, costuma aparecer no telão vídeos dos Beatles, no filme A Hard Days Night.
Foto: Elio Sant'Anna / Os Garotos de Liverpool
Após ela, Paul voltou com uma  sequência "Wings" com Listen to What The Man Said, do relançado Venus and Mars, e a arrebatadora Let Me Roll It, música presente no considerado melhor álbum da banda, Band On The Run. Nessa música ele comanda a sua guitarra psicodélica, sendo uma das músicas mais rockeiras do show, e emenda com o solo do Foxy Lady, do Jimi Hendrix, e lembrando dele após o fim da música. Trocando de instrumento mais uma vez, Paul encerra uma sequencia com instrumentos de corda tocando Paperback Writer, música lançada pelos Beatles em 1966, ele toca ela com a guitarra que foi usada na gravação.
Foto: Elio Sant'Anna / Os Garotos de Liverpool

Deixando de lado os instrumentos de corda, e indo para o piano, Paul McCartney manda mais uma sequencia arrebatadora, com My Valentine (música presente no Kisses On The Bottom, e dizendo "essa música é para minha esposa Nancy"), 1985 (a mais agitada dessa sequencia no piano), The Long and Winding Road e Maybe I'm Amazed (talvez a música mais clássica da carreira solo de Paul, antes de começar a tocar ele diz "essa é par a Linda"), a música exige  muito do vocal do Paul, que  mesmo não tendo  fôlego em algumas partes, seu perfeccionismo não permite mudar  o tom original da música, lançada há 44 anos.

Somente após a sequência que a chuva foi dar uma amenizada , e antes de começar We Can Work It Out Paul McCartney disse "aqui está bombando", levando o público ao delírio com suas falas em português.

Foto: Elio Sant'Anna / Os Garotos de Liverpool
Após algumas músicas, chegou um momento muito legal do show: Paul McCartney tocando em uma plataforma elevada, instalada na estreia da Out There, (em BH) com o intuito de fazer com o que o público da pista comum enxergue melhor ele. Após ele começar a tocar, o público entoou "We Love you, yeah yeah yeah" e ele respondeu com "We love you too, yeah yeah yeah" e começou NEW.

Com ela veio a primeira homenagem do dia: As pulseiras de neon levantas durante a música NEW. Dizem que pela transmissão da TV ficou linda!! Você pode assistir e tirar sua opinião aqui.  Outra música também tocada no piano colorido foi Queenie Eye (do novo disco) mas ela foi cortada da edição da Multishow.

Foto: Paul in Brazil

Outras homenagens também foram feitas, como  as bexigas coloridas em Obladi Oblada, música presente no White Album.

Outro momento épico cortado da edição da multishow foi Live and Let Die e sua pirotecnia de fogos, A MÚSICA FOI EXIBIDA PARCIALMENTE. Encaminhando para o fim do show, ele começou o primeiro Bis com Day Tripper, seguindo o Bis teve Hi Hi Hi, música dos incluída incluída pela primeira vez no setlist (desde 1976) no show em BH.

O show seguiu com I Saw Her Stading There, reacendendo a beatlemania, essa música é a primeira faixa da banda, lançada no álbum de estreia "Please Please Me" (que foi gravado todo em 13h) e escrita por Paul McCartney quando ele tinha 17 anos.

Foito: Marcos Hermes
Começando o segundos Bis, Paul McCartney pegou seu violão, para o momento sozinho do show, que ele dá vez para Yesterday, a música mais regravada da história, lançada pelos Beatles no álbum Help, foi a primeira faixa da banda que contou com apenas um membro na gravação, antes dele começar, soltou um típico "É nóis" bem paulista. Após ela foi a vez de Helter Skelter, a música mais rockeira é executada depois de mais de 35 músicas, e é incrível como ele ainda tem voz para ela, no final do show.

Acabando o show, foi a vez do medley mais épico que tem, a faixa Golden Slumbers/Carry That Weight/The End é tocada seguidamente, uma puxando a outra, com Paul McCartney no piano, e depois na guitarra, chegando ao fim da magia, chegando ao fim o show. 

Foto: Marco Hermes

O setlist completo foi:

O próximo show é hoje (26/11) com cobertura do blog.

domingo, 23 de novembro de 2014

Com mudança no setlist, Paul McCartney se apresentou em Brasília

Foto: Correio Braziliense
Neste Domingo (23/11) Paul McCartney se apresentou em Brasília, fazendo o terceiro show dessa fase da Out There no Brasil.
Enquanto os fãs estavam ansiosos, na chuva, esperando pelo portão abrir, ele chegava no estádio para fazer o passagem de som, por volta das 17h.

Foto: Correio Braziliense
O show estava marcado para começar às 20h, mas problemas técnicos fizeram com que acontecesse algo raro: O show começou com um atraso de 1h10, e com cerca de metade desse tempo faz VAIARAM (Sim) o Paul McCartney, por um atraso que não foi sua culpa.

Diferente dos outros dois shows que teve (ES e RJ) a música escolhida para começar o show foi uma que representou a magia de esperar um show na chuva, e com outros imprevistos, a escolhida foi Magical Mystery Tour, música-título de álbum dos Beatles, lançado em 1967.

"Oi, Brasília. Boa noite, brasilienses. Esta noite vou falar um pouco de português, mas mais inglês" disse Paul McCartney após encerrar a primeira música.

O motivo do atraso não foi divulgado pelo produção, porém muitos fãs das cadeiras superiores e inferiores reclamaram que não se ouvia o som do show, apenas um eco. Mas segundo a assessoria, a produção atrasou o show para dar tempo de todos entrarem, mas Paul já estava pronto há muito tempo.

Seguindo  o show, foi tocada Save Us, faixa que abre o recém-lançado disco NEW e lembra muitos os anos 70 do Paul, sendo uma música que caberia em um dos discos da sua banda formada após o fim dos Beatles, os Wings. 

Foto: Marcos Hermes


Falando em Beatles, após a segunda música, ele seguiu com o seu baixo, agora tocando All My Loving, a música romântica feita para Jane Asher, presente no segundo disco da banda. Durante essa música, costuma aparecer no telão vídeos dos Beatles, no filme A Hard Days Night.

Após ela, Paul voltou com uma  sequência "Wings" com Listen to What The Man Said, do relançado Venus and Mars, e a arrebatadora Let Me Roll It, música presente no considerado melhor álbum da banda, Band On The Run. Nessa música ele comanda a sua guitarra psicodélica, sendo uma das músicas mais rockeiras do show, e emenda com o solo do Foxy Lady, do Jimi Hendrix. Trocando de instrumento mais uma vez, Paul encerra uma sequencia com instrumentos de corda tocando Paperback Writer, música lançada pelos Beatles em 1966, ele toca ela com a guitarra que foi usada na gravação.

Deixando de lado os instrumentos de corda, e indo para o piano, Paul McCartney manda mais uma sequencia arrebatadora, com My Valentine (música presente no Kisses On The Bottom, feita para sua esposa), 1985 (a mais agitada dessa sequencia no piano), The Long and Winding Road e Maybe I'm Amazed (talvez a música mais clássica da carreira solo de Paul, feita para Linda McCartney).

Somente após a sequência que a chuva foi dar uma amenizada , e antes de começar We Can Work It Out Paul McCartney disse "aqui está bombando", levando o público ao delírio com suas falas em português.

Foto: Correio Braziliense

Após algumas músicas, chegou um momento muito legal do show: Paul McCartney tocando em uma plataforma elevada, instalada na estreia da Out There, (em BH) com o intuito de fazer com o que o público da pista comum enxergue melhor ele, antes dela, Paul McCartney ganhou um urso de pelúcia do público.

Durante And I Love  Her, já  sem a plataforma, o público acendeu luzes (uns isqueiros, outros o celular),. O vídeo disso você assiste abaixo:



Foto: Paul in Brazil
Outras homenagens também foram feitas: As luzes tomaram conta mais uma vez, agora durante Let It Be, já as plaquinhas com "NA" escrito chamaram a atenção durante Hey Jude

Foto: Correio Braziliense
Foto: Paul in Brazil
46 mil pessoas aplaudiram de pé o fim da música, última antes do primeiro Bis. O primeiro Bis começou com Day Tripper, música lançada como single pelo Beatles, antes dela começar Paul McCartney perguntou "Querem mais?" acho que foi retórico isso aí!! 

Seguindo no Bis, Paul McCartney incluiu neste show a música Get Back, presente no último disco gravado pelos Beatles, o  "Let It Be", ela esteve presente também na última apresentação da banda, no telhado da Apple Corps. No setlist do show, ela entrou no lugar de Hi Hi Hi, dos Wings.


Foto: Marcos Hermes
O show seguiu com I Saw Her Stading There, reacendendo a beatlemania, essa música é a primeira faixa da banda, lançada no álbum de estreia "Please Please Me" (que foi gravado todo em 13h) e escrita por Paul McCartney quando ele tinha 17 anos.

Começando o segundos Bis, Paul McCartney pegou seu violão, para o momento sozinho do show, que ele dá vez para Yesterday, a música mais regravada da história, lançada pelos Beatles no álbum Help, foi a primeira faixa da banda que contou com apenas um membro na gravação. Após ela foi a vez de Helter Skelter, a música mais rockeira é executada depois de mais de 35 músicas, e é incrível como ele ainda tem voz para ela, no final do show.

Acabando o show, foi a vez do medley mais épico que tem, a faixa Golden Slumbers/Carry That Weight/The End é tocada seguidamente, uma puxando a outra, com Paul McCartney no piano, e depois na guitarra, chegando ao fim da magia, chegando ao fim o show.
Foto: Correio Braziliense

 O setlist completo foi esse: 
 
Foto: Paul in Brazil

Foto: Paul in Brazil


Próximo show será terça, em São Paulo.

Tex Redneck Bar reúne balada, gastronomia e jogos em um lugar só


No último Sábado (22/11) fui conhecer o Tex Redneck Bar, a mais nova balada da Augusta. Inaugurada há um mês, a casa já teve quatro dos seus doze eventos (até o momento) esgotados.

Foto: Guto Magalhães
Por convite do Flavio Guarnieri (baixista das Vespas Mandarinas) que foi ser DJ convidado ontem no local (junto com Gabriel Esteves e os DJ's residentes Fish Nothing e Adan Stokinger), fui conhecer o local, e confesso que me surpreendi com a quantidade de coisas e pelo tamanho do local (que visto por fora, parece ser pequeno e apenas um bar).


Inspirados nos bares estudanienses e mexicanos, o bar conta com itens dos anos 50 e 60 destes locais. Quadros com Jerry Lee Lewis, Buddy Holly, Johnny Cash, James Stewart, o clássico Fort Apache, Charles Bronson, Old Shatterhand e outros filmes texanos.


Foto: Guto Magalhães
As músicas tocadas no local também são para todos os gostos, variando de acordo com o DJ do momento, você pode ouvir os clássicos Rockabilly, músicas anos 60, 70, o Rock 'n Roll clássico e até músicas eletrônicas.

Foto: Guto Magalhães
Como dito pelo Adan Stokinger (DJ residente da casa), logo foi inaugurado o local, era feita uma divulgação maior em cima dos jogos que a casa oferece do que na balada, e de fato a casa oferece uma ótima estrutura para os visitantes do local também jogar.

Pebolim, fliperama, poker, snooker e boliche num mesmo lugar (Foto: Guto Magalhães)
Enquanto no primeiro andar tem bar, balada, restaurante e o Karaokê, no segundo andar tem itens para jogos como Snooker, boliche, fliperama, poker e pebolim.


Além de tudo oferecido pelo local, ele também é bem frequentado por um ótimo público (além do público "normal", já passou por lá nomes como o PC Siqueira, Clemente (Plebe Rude) e mais recentemente o Flavio Guarnieri (Vespas Mandarinas).

Foto: Guto Magalhães
Quer conhecer o local? Veja o serviço abaixo:

Tex Redneck Bar
Rua Augusta, 1053 (Metrô Consolação)
Confira todos os preços do bar e horários no site oficial.

sábado, 22 de novembro de 2014

Paul McCartney chegou em Brasília às 6h e já andou de bicicleta na cidade




Paul durante apresentação no Rio de Janeiro (Crédito: Marcos Hermes/Divulgação)





Paul McCartney já está na capital. O ex-Beatle desembarcou em Brasília em um jatinho particular por volta das 6h deste sábado (22/11), e seguiu direto para o hotel Meliá Brasil 21, na zona central da cidade, onde está hospedado e aguarda para se apresentar amanhã, no Estádio Nacional Mané Garrincha.

O artista chegou ao hotel em um carro branco que entrou por uma das três garagens do estabelecimento localizada do outro lado do Eixo Monumental.

A chegada de Sir McCartney, já atrai alguns fãs para a porta do Mélia Brasil. Cerca de 20 pessoas se reunem no local para ver o ídolo.
Foto: Silva/CB/D.A Press
No período da tarde, Paul McCartney andou de bicicleta no Parque da Cidade. Em 2010 ele também andou de bicicleta quando veio para São Paulo, o local escolhido foi o Parque do Povo.

Palco de show de Paul McCartney no DF tem 70 metros de comprimento








Brasília prepara a casa para receber Paul McCartney. Começa a tomar corpo o gigantesco palco no Estádio Nacional Mané Garrincha, onde o ex-Beatle vai se apresentar no próximo domingo, em sua primeira passagem pela capital do país. Mais de 280 profissionais trabalham diariamente na montagem da estrutura, uma das maiores da turnê Out There! no Brasil. Do lado de fora, os fãs fazem filas para comprar os ingressos e fazer fotos em frente à arena.

Mais de 42 carretas trouxeram os equipamentos do espetáculo para o Mané Garrincha. Com diversos movimentos hidráulicos e uma nova tecnologia, o palco terá cerca de 70 metros de largura e, do chão, seu ponto mais alto chegará à 26 metros de altura. São 150 toneladas de estrutura metálica. Nas laterais, haverá dois telões de alta definição. Ainda, 150 caixas de som, com potência de 200 mil watts, montadas por 40 profissionais técnicos estrangeiros. A organização do evento anunciou ontem a venda de 80% dos 45 mil ingressos disponíveis. Os valores variam de R$ 110 a R$ 700.


O show faz parte da turnê "Out There!" e tem início previsto para as 20h, no Estádio Nacional. O cantor apresenta clássicos dos Beatles e dos Wings, além de sucessos da carreira solo e canções do disco "New", de 2013.
A recomendação é que o público chegue cedo e leve o mínimo possível de objetos para facilitar a revista, que será feita no portão externo pela segurança privada. A entrada será liberada às 17h30.
De acordo com a organização, haverá estacionamento exclusivo na área externa, virado para o Brasília Shopping, próximo ao portão H, para deficientes e idosos.

Os ingressos variam entre R$ 110 e R$ 700. No sábado, bilheterias móveis, ao redor do estádio, estarão funcionando de 10h às 19h. No domingo, o atendimento será a partir das 10h até o início da apresentação.



Data: 23 de novembro (domingo)

Local: Mané Garrincha

Horário: 20h

Ingressos: premium, R$ 700 (meia R$ 350); pista, R$ 300 (meia R$ 150); cadeira inferior, R$ 450 (meia R$ 225); cadeira superior, R$ 220 (meia R$ 110). Ainda há bilhetes para todos os setores. O limite é de seis ingressos por CPF, sendo apenas um para meia-entrada.

Venda: pelo site www.tudus.com.br e nas bilheterias do Estádio Nacional Mané Garrincha — que funcionam das 10h às 18h.

Classificação indicativa: 16 anos


Fonte: Correio Braziliense

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Paul McCartney deve enfrentar duas frentes frias durante shows no Brasil

Paul McCartney continua sua turnê pelo Brasil com mais três shows em novembro. O ex-Beatles e banda se apresentam em Brasília no dia 23, domingo, e  depois a cidade de São Paulo terá espetáculos nos dias 25 e 26 de novembro encerrando a turnê de 2014 no Brasil.

Frente fria aumenta a chuva

O santo de Paul McCartney terá que ser forte para afastar a chuva de Brasília.  As pancadas de chuva à tarde e à noite estão sendo frequentes por causa do ar úmido e quente que já predomina sobre a região. Mas a chance de chover no dia 23 de novembro aumenta com a influência de uma frente fria que estará avançando sobre o litoral da Região Sudeste.

No próximo fim de semana, Brasília terá muitas nuvens, mormaço e pancadas de chuva que poderão ocorrer várias vezes no decorrer do dia. O show de Paul McCartney será no estádio Mané Garrincha e não dá para descartar a chance de chuva. As pancadas de chuva à noite podem ser com fraca a moderada a intensidade. A temperatura fica agradável.


 Risco de chuva aumenta nos shows em São Paulo

São Paulo está precisando de muita chuva. Os temporais que causam tanto transtornos estão seno até desejados. Mas um dia de chuva na capital paulista deixa tudo mais complicado.

Os shows de McCartney estão marcados para 25 e 26 de novembro no novíssimo e moderno estádio Alianz Parque. As condições do tempo devem complicar muito nos próximos dias com a passagem de duas frentes frias.

A primeira provoca chuva especialmente no fim de semana. Mas as nuvens carregadas da frente fria se afastam na segunda-feira, 24, e a chance de chuva diminui bastante.

A chance de chuva volta a aumentar no dia 25 de novembro, data do primeiro show de McCartney. Mas a previsão inicial é de pouca chuva. Se ocorrer, será uma chuva fraca que não deve atrapalhar,

Para o segundo show, no dia 26 de novembro, o risco de chuva é maior por causa da chegada de outra frente fria. O tempo deve ficar instável, com maior condição de chuva principalmente à tarde e à noite. Pode chover com moderada a forte intensidade.

Se você vai ao show, fique atento com as complicações de trânsito e possíveis alagamentos por causa da chuva. Acompanhe a previsão  para São Paulo.

Os ingressos para os três shows ainda podem ser adquiridos no site Tudus.

Fonte: Clima Tempo